quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Google suspende publicidade no Orkut

O Google Brasil resolveu suspender a veiculação de publicidade em páginas do site de relacionamento Orkut, após denúncia da organização não governamental SaferNet de que anúncios do tipo link patrocinado estariam sendo exibidos em páginas com conteúdos impróprios e até criminosos.

A SaferNet entrou com representação no Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) pedindo que a entidade se manifestasse sobre o assunto. O Conar, por sua vez, enviou ao Google uma recomendação para que a empresa verifique se está realmente preservando a imagem dos anunciantes.

De acordo com o diretor de comunicação do Google no Brasil, Carlos Felix Ximenes, a inserção de links patrocinados em páginas do Orkut é um projeto em fase de teste e foi adotado em apenas 1% da base de comunidades.

A programação é automática (feita por meio de palavras-chave que localizam conteúdos de interesse do anunciante), o que acabou acarretando a exibição, por exemplo, de anúncios de pet shops em páginas que fazem apologia da crueldade para com animais.

"O teste foi suspenso e vamos refinar a ferramenta antes de voltar a testá-la", garante Ximenes, ao esclarecer que os links patrocinados continuam sendo veiculados normalmente nos demais serviços do Google, como o Gmail e o YouTube.

Fonte: Meio e Mensagem

Website: um cartão de visita ou um canal de negócios?

Meu artigo esta na aba Melhores e como primeiro! Acho que estou aprendendo a escrever.
Os livros de Marketing Digital estão fazendo efeito. Segue a matéria escrita por mim:

Não é de hoje que vejo muitos websites apenas como cartão de visitas ou nem isso. Será que vale a pena fazer um projeto de website apenas para colocar o seu endereço e telefone na Internet? Em 1997 sim, mais já se passaram 10 anos e muita coisa aconteceu nesse tempo. Antes os websites eram voltados apenas as informações básicas, não havia preocupação nas questões de estética, usuabilidade, padronozação, espaçamento e etc...

Hoje a "brincadeira" mudou! Um projeto atual de website, tem que atender a necessidade do consumidor, ou seja, de quem acessa. A informação tem que ser clara, e a resposta rápida. A capacidade que a Internet tem de gerar valor para o consumidor nem sempre é bem tão bem vista, azar de quem não ve isso.

Li uma vez, em um artigo do Webinsider(site que sempre acesso) que a Internet deixou de ser uma rede de computadores para virar a uma rede de pessoas. E é verdade, hoje o consumidor ajuda a gerar a informação para enrriquecer o conteúdo de um website. Aliás é isso que estou fazendo agora, criando conteúdo. Criamos conteúdo o tempo todo e nem nos damos conta. Ora bolas, por que se importar? Respondo eu mesmo o meu questionamento: De que adianta um site cheio de informação se ela não é relevante?

Estamos indo para um meio aonde o modelo de negócio esta totalmente na mão do usuário, ele que define qual conteúdo vai postar e qual vai comentar por exemplo.

Então, de uma coisa podemos ter certeza, vai aparecer muito site colaborativo, muitos sites como o Orkut é o que estamos vivendo, a era da colaboração. Então meu amigo, precisamos desenvolver projetos de websites colaborativos que chamem a atenção e seja ÚTIL para o usuário ok?

E para finalizar, vejo muitas Agências de Internet famosas que ainda não notaram isso. Hoje é a chamada web 2.0(colaborativa), amanhã é a web 3.0(semantica) e assim vai, é a evolução natural das coisas e temos que viver cada período de uma vez. A propósito, pare e pense agora? Quanto de conteúdo você gerou e postou na Internet hoje?

Link do artigo: http://www.outrolado.com.br//Artigos/website_um_cartao_de_visita_ou_um_canal_de_negocios_

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Tag br pra quê?

Pois bem, o título desse artigo no site Outrolado, do Webinsider me chamou a atenção.

Li o artigo e achei legal, claro que um pouco forçado, pois a TAG br é útil e podemos escreve-la de várias maneiras com outros comando via css!

Segue o link do artigo:http://www.outrolado.com.br//Artigos/_lt_br___gt__pra_que_

Fiz esse post, pois hoje no trabalho estavamos discutindo sobre como fazer um html.
Tabela dentro de tabela, ou div dentro de div? É uma longa discussão, mais vou deixar esse post aqui por um tempo para que as pessoas comentem!

Vamos lá.

Restaurante futurista dispensa garçom

Um novo restaurante em Nuremberg, na Alemanha, pode ser o primeiro do mundo no modelo tradicional com mesas que não possui garçons. Eles foram substituídos por um sistema de pedidos e atendimento totalmente automatizado.

A mais nova revolução no setor de restaurantes não está acontecendo nem em Paris, nem em Londres, nem mesmo em Berlim, já que estamos na Alemanha, mas sim em um local inusitado: um prédio industrial comum na periferia de Nuremberg, na Bavária. Michael Mack, que iniciou a vida de empresário administrando uma lucrativa usina de fundição de ferro na cidade, reinventou o modo como os clientes são servidos, com comida e bebida, e inseriu uma pitada de Jetsons no universo da culinária.

Mack, novato no setor de restaurantes, abriu o primeiro restaurante do mundo a contar com serviços de pedidos e de mesa totalmente automatizados. No bistrô Baggers, já não há mais vagas para garçons. E em um país conhecido pela ausência de serviços, é bem provável que ninguém sinta saudade. No lugar do garçom clássico, vestindo avental e gravata borboleta, cada mesa é conectada à cozinha por trilhos de metal. Pratos como "filé orgânico na manteiga" e "salsicha en croute" deslizam pelos trilhos até chegar aos clientes, usando a força da gravidade.

Para que a mágica pudesse funcionar, Mack teve de instalar a cozinha diretamente sob o teto do restaurante, que possui vários andares. Os clientes pedem as refeições clicando em uma tela instalada em todas as mesas e todo o restaurante é conectado por meio de um sistema de computador. Os pedidos dos clientes são registrados no andar de cima, na cozinha, e um computador que fica no depósito subterrâneo controla o suprimento do estoque. O sistema também calcula o tempo provável que o cliente terá de esperar pela bebida ou comida em toda mesa e mantém os clientes informados.

Confira o link completo da matéria: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL95119-6174-6181,00.html

Fonte: G1

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Digital Innovation

Site que reune todas as últimas invenções na web em ordem de cronologia.
Muito bom, porém, muito pesado.

Mais para quem vai fazerum trabalho de faculdade como eu, esse site quebra um galho e tanto.

Segue o link: http://innovation.ogilvy.com/

PS: Como eu falei ele é bem demorado para crregar, então tenham paciência =)

A nova skin do Orkut


É mudaram a skin do orkut. Ficou bem mais fácil de se achar, e outra, ficou leve, muito mais usual na minha opinião.

Particularmente nunca fui fã de projetos centralizados, mais ultimamente tenho me acostumado com isso. O legal da nova interface é que ficou muito amigavel.

Só tenho um comentário a dizer:
Coitado do cara que montou o html e o css disso, cantos arredondados deveriam ser exterminados.

Segue um printscream que eu tirei:

Ogilvy negocia compra da interativa F.biz

A Ogilvy Brasil está em fase adiantada de negociação de compra da agência interativa paulistana F.biz, comandada atualmente pelos sócios-diretores Paulo Loeb, Marcelo Castelo, Pedro Reiss e Marcello Hummel. Além deles, ainda mantém outros sócios investidores, como Rogério Silberberg, criador da comunidade interativa Fulano.com, projeto que deu origem à agência.

A F.biz está no mercado há oito anos e mantém uma equipe de 85 pessoas atuantes especialmente na criação e gerenciamento de sites; na área de mídia digital, com foco principal nos links patrocinados; e em projetos remunerados por performance, como os de mobile marketing. Entre os clientes da agência figuram nomes de peso como Unilever (Seda, OMO e Kibon), J&J (Sundown), Nestlé (Crunch), Pepsico (Toddy, Elma Chips e Cheetos), Laboratórios Aché e ESPN Brasil.

A F.biz deverá ser absorvida pela OgilvyOne, dirigida por Renato de Paula, que tem abaixo de si outras três unidades principais: OgilvyInteractive, que controla uma área de mobile marketing; OgilvyOne Consulting, capitaneada por Sérgio Augusto, que inclui ainda a DataSeach; e Neo@Ogilvy, especializada em mídia digital e search marketing, comandada por Xavier Mantilla, que, com a aquisição, incrementa sua presença no crescente mercado de links patrocinados.

A compra da F.biz é mais um movimento que reforça o porte da Ogilvy Brasil, presidida por Sérgio Amado. Neste ano, o grupo já incorporou a Etco (varejista que atende o Magazine Luiza), firmou parceria com a FAV (marketing imobiliário) e lançou a Ogilvy PR (relações públicas). Além disso, implementou três novas unidades na OgilvyOne (uma focada em mobile marketing, a OgilvyOne Consulting e a Neo@Ogilvy).

Rafinha te explica

Vídeo meio antigo, mais vale a pena relembrar. O motivo de estar postando ele é para ter guardado mesmo.

Twitter What are you doing?

Com a mesma lógica do Gozub, ou o Gozub com a mesma lógica que o Twitter, de dizer: O que você esta fazendo agora.

O Twitter é uma febre Internacional pelo que estava lendo, há semanas atrás as pessoas estão viciadas pelo novo conceito de social mídia.

Eu acho que nenhum dos dois vai pegar aqui no Brasil, acho que eles não oferecem recursos como o Orkut. Tá aí uma boa pergunta, para um próximo post.

Por que o Orkut faz tanto sucesso no Brasil?
Vamos lá, respoda você aí.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

'Pai da internet' prevê transformações na TV

Vint Cerf, um dos cientistas da computação que contribuiu para a criação da internet, acredita que os dias da televisão atual estão contados. Em um palestra no Festival Internacional de Televisão em Edimburgo, publicada nesta segunda (27) pelo jornal "The Guardian", Cerf disse que a TV se aproxima do mesmo momento crítico que a indústria musical enfrentou com a chegada da música digital.

"Quase 85% de todo o material de vídeo que vemos é pré-gravado. Por isso, uma pessoa pode preparar o próprio sistema para fazer os downloads convenientes à vontade", explicou Cerf, atual vice-presidente do Google e presidente da ICANN, a organização que administra a internet.

"Vamos continuar precisando da televisão para certas coisas, como notícias, eventos esportivos e emergências, mas cada vez mais vai ser quase como com o iPod, no qual se pode baixar conteúdo para ver mais tarde", afirmou.



Aliada
Dirigindo-se aos diretores da indústria da televisão, Cerf encorajou-os a parar de ver a internet como uma ameaça à sobrevivência do meio de comunicação em vez de uma grande oportunidade. O especialista americano, que criou os protocolos TCP/IP usados atualmente, previu que em breve a maioria verá a televisão pela internet. Esta revolução pode significar a morte dos canais tradicionais em favor de novos serviços interativos.

"No Japão já é possível baixar o conteúdo de uma hora de vídeo em apenas 16 segundos", explicou. "Já estamos começando a ver a forma de misturar e combinar informações. Imagine a possibilidade de fazer uma pausa em um programa de TV e utilizar o mouse para clicar em qualquer um dos diferentes ícones que aparecem na tela, para ver mais informações sobre o assunto".

Por outro lado, Cerf advertiu que não se deve crer que o aumento do vídeo na rede poderia causar seu colapso e disse que "estamos ainda longe de esgotar sua capacidade".

Fonte:G1