Procura-se um profissional com visão de negócios, conhecimento de estatística, planejamento, marketing, programação java, Business Intelligence e mídia online, entre outros.
Por Ruy Carneiro
Quando o cliente entra no supermercado, a loja só registra informações sobre ele após uma compra (câmeras de segurança servem para outra coisa). Se o cliente tiver um cartão de fidelidade, será possível saber bem mais sobre ele.
Na web é um pouco diferente - mesmo que o visitante de seu site não faça nenhuma ação além de navegar, não compre nada e nem preencha um cadastro, por exemplo, você tem como saber que ele esteve lá, onde clicou e quanto tempo permaneceu.
Mas para que estas informações sejam realmente úteis para que você tome decisões de negócios, é necessário uma pessoa que conheça o negócio da empresa, o seu site e ferramentas de web analytics e tenha acesso a estas informações. Após uma análise mais profunda, este profissional poderá descobrir aquele diferencial que sua empresa pode usar ou uma falha a ser solucionada.
Mas quem é este profissional? Que treinamento deve ter? Que experiência deve possuir?
No Brasil temos uma cultura ainda incipiente em web analytics, que poderia ser melhor nas empresas e mesmo nas consultorias de SEM e agências.
Nas empresas há muitas vezes um profissional responsável por várias outras coisas ao mesmo tempo e sem recursos para fazer análises mais profundas que possam fazer o diferencial - e por isso mesmo os executivos reclamam que não tem nada nestas informações que possa ajudá-los. As consultorias de SEM e as agências, por seu lado, estão mais preocupadas em aumentar a exposição da marca do que usar todo o potencial destas análises.
Sem cultura, o ideal seria um treinamento mais específico sobre o tema, mas mesmo no Estados Unidos, o mercado mais desenvolvido nesta área, temos somente o curso da University of British Columbia em parceria com a Universiy of California in Irvine, que tem como lado bom, para nós, o fato de ser totalmente online. Veja mais sobre o UBC Award of Achievement in Web Analytics e o Web Intelligence.
Este desenvolvimento passa pelo conhecimento das ferramentas de web analytics existentes no mercado (neste caso as próprias empresas que vendem estas ferramentas possuem cursos sobre o uso delas) mas também necessita itens complementares como a experiência do profissional no meio digital, o conhecimento de estratégia, tecnologia, estatística e visão analitica.
Aqui ainda não temos formalmente o cargo de analista de web analytics na maioria das empresas. Ele é encontrado mais em empresas voltadas puramente para a web, como no caso dos portais e empresas de e-commerce. Mas para vocês terem uma idéia da demanda por esse profissional, há cerca de 450 posições em aberto para este perfil na Europa, de acordo com a Indeed.co.uk.
Outra informação interessante do mercado é quanto um profissional deste tipo ganha no Estados Unidos: o salário pode variar de US$ 70 mil a US$ 140 mil por ano, dependendo da experiência, e ainda existem cargos de gerência e diretoria para web analytics.
Para contratar um profissional de web analytics
Uma empresa que procura um profissional para cuidar da análise de seus números na web deve buscar alguém com as seguintes características:
Capacidade de análise
Não ficar limitado somente ao que os números nos passam em uma primeira olhada, mas sim olhar os problemas de ângulos diferentes;
Bom senso é fundamental.
Conhecer o negócio da empresa
Conhecer o que a empresa faz e como se posiciona no meio digital.
Marketing
Clusterização
Posicionamento
Marketing online
Search Engine Marketing, mesmo que você tenha uma consultoria que cuide de pay-per-click e otimização
Mídia digital – conhecimento de como funciona e quais os dados que um sistema de Adserver provê
E-mail marketing – vale a mesma observação acima.
Estatísticas
Conhecer análises estatísticas para que possa espremer os números até eles confessarem!
Bons conhecimentos de Excell, ferramentas de analise estatística, como o SPSS, e BI – Business Inteligence - afinal em algum momento você pode querer juntar estas informações às que você já possui na sua empresa.
Gerenciamento de projetos
Lembre-se que esta pessoa, junto com as demais áreas da empresa, irá criar novos projetos e soluções
TI
Conhecimento de Java Script, HTML e outras linguagens de programação;
Noções de web servers;
Conhecimento da ferramenta de web analytics que será usada na empresa (este pode ser conseguido através dos cursos dos próprios fornecedores de tecnologia);
Fácil relacionamento com as pessoas
Ter uma comunicação fácil, escrita e verbal, e ser capaz de fazer apresentações que cativem os diversos níveis e áreas da empresa.
Ter paixão por aprender é imprescindível. Há excelentes sites e blogs que podem ajudar, principalmente no início desta longa caminhada.
Não importa se o serviço que você usa é pago ou gratuito, você como gestor de um site não irá passar do básico se não tiver uma pessoa, uma consultoria ou, no melhor dos mundos, ambos para poder prover informações que servem de base para que tome decisões de negócios, melhore a experiência do usuário e, principalmente, ganhe dinheiro e diferencial perante seus concorrentes.
Lembre-se que o investimento em pessoal e consultoria normalmente é muito inferior ao que você investe em desenvolvimento do site, manutenção, publicidade e, principalmente, no quanto você já investiu na criação de sua marca.
Como no mercado americano e europeu, a necessidade por este profissional no Brasil deve crescer muitos nos próximos anos. É esperar para ver.
Fonte: Webinsider
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Deixe que o cliente encontre você
Por Don Peppers e Martha Rogers, Ph.D.
Fomos sempre bastante imparciais em relação à mídia. Se uma empresa prefere fazer seu marketing via TV ou anunciar em mídia impressa, praticar marketing direto, promover eventos ou se valer de qualquer outro meio, para nós não faz muita diferença. Porém, não somos nem um pouco ambíguos em apoiar um elemento de marketing em especial: como elevar ao máximo o valor da clientela. Achamos que o marketing deve, antes de tudo, criar valor com base nos clientes. Infelizmente, não é raro que estratégias equivocadas acabem tendo um efeito oposto. O problema é que, em sua maioria, os marqueteiros nem prestam atenção ao valor dos clientes, muito menos tentam medir se ele cresce ou declina como resultado de seus esforços de marketing.
Com sua enorme capacidade de endereçar alvos e medir resultados, a internet é, sem dúvida, o meio mais equipado para ajudar a resolver esse problema. E, como dissemos há mais de dez anos, ela definitivamente cumpriu a promessa de ajudar as empresas a criar relações com cada um de seus clientes, criando valor e benefícios para ambos. Reprojetar o marketing, as comunicações e as operações em torno da internet faz sentido para quem deseja adotar um ponto de vista mais centrado no cliente.
Orçamento de marketing em foco
Há muitas coisas positivas a se aproveitar no atual cenário de marketing na internet. A evolução foi rápida: desde os banners que interrompiam nossa navegação e não tinham nenhuma importância, passando por banners sofisticadíssimos que consumiam muito tempo para carregar e banda larga para funcionar, depois anúncios mais relevantes e agora o marketing sofisticado dos serviços de busca. Nesse meio-tempo, as empresas desenvolveram formas para equilibrar o uso da internet com diferentes objetivos: adquirir clientes, mantê-los ou reduzir o custo de atendê-los. Quantas vezes você já ouviu dizer, por exemplo, que o marketing por e-mail pode entregar a mensagem certa ao cliente certo na hora certa?
Além da relevância e da mecânica de criar relacionamentos, o uso inteligente da internet pode trazer benefícios significativos para o aumento de valor da base de clientes. Considere, por exemplo, uma montadora automobilística que investe tempo e esforço para se sintonizar às necessidades individuais e enviar mensagens que tenham cada vez mais interesse para ele (ou ela). Durante esse processo, a empresa ganha algo do cliente. Conquista sua confiança e, como conseqüência, a permissão para futuras interações que ele provavelmente vai considerar significativas. Isso se traduz claramente em uma estratégia sustentável de retenção e crescimento de clientes. É marketing inteligente.
Atração on-line.
A aquisição de clientes também se desenvolveu. Trata-se de uma das principais exigências para qualquer empresa, jovem ou madura. A nova safra de anúncios contextualizados e de marketing de mecanismos de busca, ou simplesmente marketing de busca (SEM - Search Engine Marketing), promete alcançar um cliente novo de maneira muito mais relevante que outras ferramentas. É o mais importante avanço em tecnologia nessa direção.
O marketing de busca é eficiente em contribuir para estabelecer relações individuais com os clientes porque é um passo na direção de ser realmente significativo para o cliente. Como ferramenta de aquisição, não apenas é mais significativo e menos intrusivo como também possibilita avaliar e gerir melhor o valor do cliente do que outras formas de marketing de conquista.
A premissa é que, quando os clientes vêm em busca de certas palavras-chave relativas a um produto ou serviço que sua empresa vende, você quer estar lá. Portanto, sua mensagem é lançada como resposta a uma iniciativa do próprio cliente. Em outras palavras, com marketing de busca você compra algumas palavras-chave em vários sites de busca e, então, fica ali esperando os clientes aparecerem nesses sites, um a um, quando eles buscam por aquelas palavras. Se o marketing de aquisição tradicional é como caçar, o marketing de busca é mais como espalhar armadilhas.
Gostamos de marketing de busca como ferramenta de aquisição porque, em vez de interromper o cliente em potencial, espera que ele esteja pensando naquelas coisas que são importantes para sua oferta e, então, "pega uma carona" na própria busca por informações ou idéias. Achamos que é realmente uma boa estratégia. É o tipo de esforço de aquisição com maior probabilidade de ter significado para o cliente e, como resultado, ser menos intrusivo e mais amigável.
A única coisa que preocupa é uma crescente obsessão dos marqueteiros com o marketing de busca. De acordo com o Internet Advertising Bureau, essa modalidade será responsável por 51% dos US$ 24 bilhões gastos globalmente em marketing na internet neste ano. E isso é, com certeza, motivo de preocupação. Esses números mostram que as empresas agora estão gastando metade de seu orçamento online, ou até mais, apenas para se apropriar de palavras-chave e se colocar no topo da lista de resultados quando os clientes fizerem suas buscas. Mesmo considerando que o marketing de busca é mais amigável para o cliente, esses números mostram que já há armadilhas demais espalhadas por aí.
O marketing de busca ainda não é uma ferramenta muito útil para reter seus clientes atuais, comunicar-se com eles ou aumentar o valor de sua experiência. Nossa recomendação: use-o como parte de seu plano, mas não deixe que ele tome conta de todo o seu esforço. Há muitas outras formas de aumentar o valor para os consumidores e de valorizar a base da clientela.
Este artigo foi publicado originalmente na coluna mensal de Don Peppers e Martha Rogers, na Ed. 3 - Maio/2007 da revista Época Negócios.
Fomos sempre bastante imparciais em relação à mídia. Se uma empresa prefere fazer seu marketing via TV ou anunciar em mídia impressa, praticar marketing direto, promover eventos ou se valer de qualquer outro meio, para nós não faz muita diferença. Porém, não somos nem um pouco ambíguos em apoiar um elemento de marketing em especial: como elevar ao máximo o valor da clientela. Achamos que o marketing deve, antes de tudo, criar valor com base nos clientes. Infelizmente, não é raro que estratégias equivocadas acabem tendo um efeito oposto. O problema é que, em sua maioria, os marqueteiros nem prestam atenção ao valor dos clientes, muito menos tentam medir se ele cresce ou declina como resultado de seus esforços de marketing.
Com sua enorme capacidade de endereçar alvos e medir resultados, a internet é, sem dúvida, o meio mais equipado para ajudar a resolver esse problema. E, como dissemos há mais de dez anos, ela definitivamente cumpriu a promessa de ajudar as empresas a criar relações com cada um de seus clientes, criando valor e benefícios para ambos. Reprojetar o marketing, as comunicações e as operações em torno da internet faz sentido para quem deseja adotar um ponto de vista mais centrado no cliente.
Orçamento de marketing em foco
Há muitas coisas positivas a se aproveitar no atual cenário de marketing na internet. A evolução foi rápida: desde os banners que interrompiam nossa navegação e não tinham nenhuma importância, passando por banners sofisticadíssimos que consumiam muito tempo para carregar e banda larga para funcionar, depois anúncios mais relevantes e agora o marketing sofisticado dos serviços de busca. Nesse meio-tempo, as empresas desenvolveram formas para equilibrar o uso da internet com diferentes objetivos: adquirir clientes, mantê-los ou reduzir o custo de atendê-los. Quantas vezes você já ouviu dizer, por exemplo, que o marketing por e-mail pode entregar a mensagem certa ao cliente certo na hora certa?
Além da relevância e da mecânica de criar relacionamentos, o uso inteligente da internet pode trazer benefícios significativos para o aumento de valor da base de clientes. Considere, por exemplo, uma montadora automobilística que investe tempo e esforço para se sintonizar às necessidades individuais e enviar mensagens que tenham cada vez mais interesse para ele (ou ela). Durante esse processo, a empresa ganha algo do cliente. Conquista sua confiança e, como conseqüência, a permissão para futuras interações que ele provavelmente vai considerar significativas. Isso se traduz claramente em uma estratégia sustentável de retenção e crescimento de clientes. É marketing inteligente.
Atração on-line.
A aquisição de clientes também se desenvolveu. Trata-se de uma das principais exigências para qualquer empresa, jovem ou madura. A nova safra de anúncios contextualizados e de marketing de mecanismos de busca, ou simplesmente marketing de busca (SEM - Search Engine Marketing), promete alcançar um cliente novo de maneira muito mais relevante que outras ferramentas. É o mais importante avanço em tecnologia nessa direção.
O marketing de busca é eficiente em contribuir para estabelecer relações individuais com os clientes porque é um passo na direção de ser realmente significativo para o cliente. Como ferramenta de aquisição, não apenas é mais significativo e menos intrusivo como também possibilita avaliar e gerir melhor o valor do cliente do que outras formas de marketing de conquista.
A premissa é que, quando os clientes vêm em busca de certas palavras-chave relativas a um produto ou serviço que sua empresa vende, você quer estar lá. Portanto, sua mensagem é lançada como resposta a uma iniciativa do próprio cliente. Em outras palavras, com marketing de busca você compra algumas palavras-chave em vários sites de busca e, então, fica ali esperando os clientes aparecerem nesses sites, um a um, quando eles buscam por aquelas palavras. Se o marketing de aquisição tradicional é como caçar, o marketing de busca é mais como espalhar armadilhas.
Gostamos de marketing de busca como ferramenta de aquisição porque, em vez de interromper o cliente em potencial, espera que ele esteja pensando naquelas coisas que são importantes para sua oferta e, então, "pega uma carona" na própria busca por informações ou idéias. Achamos que é realmente uma boa estratégia. É o tipo de esforço de aquisição com maior probabilidade de ter significado para o cliente e, como resultado, ser menos intrusivo e mais amigável.
A única coisa que preocupa é uma crescente obsessão dos marqueteiros com o marketing de busca. De acordo com o Internet Advertising Bureau, essa modalidade será responsável por 51% dos US$ 24 bilhões gastos globalmente em marketing na internet neste ano. E isso é, com certeza, motivo de preocupação. Esses números mostram que as empresas agora estão gastando metade de seu orçamento online, ou até mais, apenas para se apropriar de palavras-chave e se colocar no topo da lista de resultados quando os clientes fizerem suas buscas. Mesmo considerando que o marketing de busca é mais amigável para o cliente, esses números mostram que já há armadilhas demais espalhadas por aí.
O marketing de busca ainda não é uma ferramenta muito útil para reter seus clientes atuais, comunicar-se com eles ou aumentar o valor de sua experiência. Nossa recomendação: use-o como parte de seu plano, mas não deixe que ele tome conta de todo o seu esforço. Há muitas outras formas de aumentar o valor para os consumidores e de valorizar a base da clientela.
Este artigo foi publicado originalmente na coluna mensal de Don Peppers e Martha Rogers, na Ed. 3 - Maio/2007 da revista Época Negócios.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Google, uma empresa de mídia on-line ou um buscador?
Os questionamentos são muitos! Isso é verdade. Um dia desses até comentei algo em uma palestra, foi algo mais ou menos assim: Um dia o Google vai comercializar os resultados orgânicos quem sabe! Depois do meu comentário, que na época eu mesmo achei pobre, não é que correm boatos de que isso estaria para acontecer?
Sempre admirei o modelo de negócios do Google, inteligênte e automatizado!
Sinceramente nunca achei o Google um inimigo, ou uma ameaça no mercado de SEO. Afinal as técnicas de SEO são implementadas no Yahoo e LiveMSN, dentre outros buscadores. Ok ok o Google é o pai dos buscadores.
Mas então, como vai ser o seu posicionamento daqui para frente. Será que o Google vai mesmo oferecer serviços de SEO, uma vez que a Performics (uma das maiores agências de SEO no mundo) foi adquirida junto com a compra da DoubleClick.
Já estou até vendo os comentários em vários blogs semana que vem como esse: "Como pode o player oferecer serviços de otimização e posicionamento natural em sua própria ferramenta?" ou mehor: "Google lança serviço para pocisionar clientes na busca natural!"
Pensando aqui, o que tem de errado nisso? Me falem por favor o problema! Ah sim o monopólio? Humm ok concordo. Isso seria muito ruim. Porém não acredito que o Google irá focar no serviço de ormização.
O fato é que o Google começou a mexer os "pauzinhos" bem antes de tudo isso! Comprou a ferramenta Analytics e começou a oferece-la "de graça", a por favor né? Isso foi e para incentivar e muito o uso do AdWords, ou ninguém nunca se questionou sobre a ligação entre essas duas ferramentas, que são maravilhosas diga-se de passagem.
E para aqueles que diziam ou dizem que o Google iria dominar o mundo, vejam só que ironia do destino.
Esse artigo também foi publicado em:
http://www.weblivre.net/artigo/internet-e-marketing/google-uma-empresa-de-midia-online-ou-um-buscador/
http://www.outrolado.com.br//Artigos/google__uma_empresa_de_midia_online_ou_um_buscador_
Sempre admirei o modelo de negócios do Google, inteligênte e automatizado!
Sinceramente nunca achei o Google um inimigo, ou uma ameaça no mercado de SEO. Afinal as técnicas de SEO são implementadas no Yahoo e LiveMSN, dentre outros buscadores. Ok ok o Google é o pai dos buscadores.
Mas então, como vai ser o seu posicionamento daqui para frente. Será que o Google vai mesmo oferecer serviços de SEO, uma vez que a Performics (uma das maiores agências de SEO no mundo) foi adquirida junto com a compra da DoubleClick.
Já estou até vendo os comentários em vários blogs semana que vem como esse: "Como pode o player oferecer serviços de otimização e posicionamento natural em sua própria ferramenta?" ou mehor: "Google lança serviço para pocisionar clientes na busca natural!"
Pensando aqui, o que tem de errado nisso? Me falem por favor o problema! Ah sim o monopólio? Humm ok concordo. Isso seria muito ruim. Porém não acredito que o Google irá focar no serviço de ormização.
O fato é que o Google começou a mexer os "pauzinhos" bem antes de tudo isso! Comprou a ferramenta Analytics e começou a oferece-la "de graça", a por favor né? Isso foi e para incentivar e muito o uso do AdWords, ou ninguém nunca se questionou sobre a ligação entre essas duas ferramentas, que são maravilhosas diga-se de passagem.
E para aqueles que diziam ou dizem que o Google iria dominar o mundo, vejam só que ironia do destino.
Esse artigo também foi publicado em:
http://www.weblivre.net/artigo/internet-e-marketing/google-uma-empresa-de-midia-online-ou-um-buscador/
http://www.outrolado.com.br//Artigos/google__uma_empresa_de_midia_online_ou_um_buscador_
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Dicas fundamentais para Search Engine Optimization (SEO)
Vamos direto ao ponto.
1. Evite sites com aberturas em flash.
2. Evite o uso de frames. Caso seje necessário use a tagpara inserir o conteúdo que será lido pelo Google.
3. Tenha absoluta certeza que a palavra mais importante do seu site esteja escrita na tag title do seu site.
4. Se possível use tags h1, h2 e assim por diante. O ideal é usar essas tags junto com CSS.
(Aí quebrou a banda magrão!)
5. Tenha certeza de que o primeiro texto encontrado em sua página contenha a palavra que você deseja otimizar. Uma técnica comum é colocar um imagem transparente (a velha espaco.gif) no topo de sua página com o alt que for relevante para o seu projeto.
6. Certifique-se que todos os e-mails enviados apartir de seu escritório, tenham no rodapé um link para o seu site.
7. Preencha as meta-tags Keywords e description. Insira as palavras que estão no conteúdo da página nessas tags. (Isso é o ouro.)
8. Se o seu site tiver muitas páginas dinâmicas, use o componente XQASP para transformar o endereço dinâmico em absoluto. E coloque essa informação na tag title da presente página.
9. Evite usar links com javascript! Use a href="..."
10. E o mais importante não desista nunca de indexar sua página no Google. É complicado é? Demora? Aham e muito, as vezes não.
11. Use a ferramenta de sitemap do Google e envie um arquivo XML.
São essas as minhas dicas, alguns PS's que estou devendo para os meus visitantes!
PS1: A presente demora para publicar post's no blog é porque o trabalho ta pesado! Bom, mais pesado.
PS2: Próximo artigo será sobre Links Patrocinados com Imagens! Dudu, não esqueci a sua solicitação.
PS3: Dia 30/10 palestra minha na TargetTrust, gostaria de contar com a presença de todos lá.
Segue o link: http://www.targettrust.com/pls/portal/page0010.palestras?p_numero=54786
PS4: Ta chegando o encontro de WebDesign de POA. Espectativa para ver as palestras, em especial a do Michel Lent.
PS5: Visitem: http://www.search-engine-book.co.uk/
1. Evite sites com aberturas em flash.
2. Evite o uso de frames. Caso seje necessário use a tag
3. Tenha absoluta certeza que a palavra mais importante do seu site esteja escrita na tag title do seu site.
4. Se possível use tags h1, h2 e assim por diante. O ideal é usar essas tags junto com CSS.
(Aí quebrou a banda magrão!)
5. Tenha certeza de que o primeiro texto encontrado em sua página contenha a palavra que você deseja otimizar. Uma técnica comum é colocar um imagem transparente (a velha espaco.gif) no topo de sua página com o alt que for relevante para o seu projeto.
6. Certifique-se que todos os e-mails enviados apartir de seu escritório, tenham no rodapé um link para o seu site.
7. Preencha as meta-tags Keywords e description. Insira as palavras que estão no conteúdo da página nessas tags. (Isso é o ouro.)
8. Se o seu site tiver muitas páginas dinâmicas, use o componente XQASP para transformar o endereço dinâmico em absoluto. E coloque essa informação na tag title da presente página.
9. Evite usar links com javascript! Use a href="..."
10. E o mais importante não desista nunca de indexar sua página no Google. É complicado é? Demora? Aham e muito, as vezes não.
11. Use a ferramenta de sitemap do Google e envie um arquivo XML.
São essas as minhas dicas, alguns PS's que estou devendo para os meus visitantes!
PS1: A presente demora para publicar post's no blog é porque o trabalho ta pesado! Bom, mais pesado.
PS2: Próximo artigo será sobre Links Patrocinados com Imagens! Dudu, não esqueci a sua solicitação.
PS3: Dia 30/10 palestra minha na TargetTrust, gostaria de contar com a presença de todos lá.
Segue o link: http://www.targettrust.com/pls/portal/page0010.palestras?p_numero=54786
PS4: Ta chegando o encontro de WebDesign de POA. Espectativa para ver as palestras, em especial a do Michel Lent.
PS5: Visitem: http://www.search-engine-book.co.uk/
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Os pequenos vão de Click-to-Call
O Google oferece um "novo" recurso chamado Click-to-Call. Tal recurso permite que o usuário crie uma campanha de Link Patrocinado sem ter um site.
É isso mesmo. Nos dois últimos meses escutei muito a seguinte pergunta:
Preciso ter um site para fazer as minhas campanhas de Links Patrocinados né?
Resposta: Não. O Google já disponibiliza um recurso chamado Click-to-Call, que ao invés do clique levar o usuário para o seu site, ele cria uma ligação direta entre o anunciante e o usuário.
É importante ressaltar que além do anúncio Click-to-Call o AdWords por exemplo permite anúncios de imagens. Apenas uma observação!
Uma pergunta minha para quem estiver lendo esse texto é: Por que não vejo anuncios Click-to-Call e de Imagem no Brasil como temos nos EUA e Inglaterra?
Bom o fato é que anuncios Click-to-Call para empresas que não tem website na rede é o ideal.
Imagine um restaurante fazendo uma campanha de Link Patrocinado, segmentada somente em sua cidade, oferecendo algo a mais para quem pedir uma tele-entrega através da Internet por meio da Campanha de Link Patrocinado.
A idéia Click-to-Call é ótima né? É.
E já está no mercado faz um ano né? É.
Então vamos educar os pequenos anunciantes a usá-la e explorar esse recurso e outros ao máximo. Acredito que só assim ganhamos a confiança do cliente mostrando um ROI possitivo. Esse é o caminho para que o Brasil alcance países como EUA e Inglaterra nos números referentes a Publicidade On-line.
Você encontra esse artigo também em:
Outrolado:
http://www.outrolado.com.br/Artigos/os_pequenos_vao_de_clicktocall
Weblivre:
http://www.weblivre.net/artigo/internet-e-marketing/os-pequenos-vao-de-clicktocall/
É isso mesmo. Nos dois últimos meses escutei muito a seguinte pergunta:
Preciso ter um site para fazer as minhas campanhas de Links Patrocinados né?
Resposta: Não. O Google já disponibiliza um recurso chamado Click-to-Call, que ao invés do clique levar o usuário para o seu site, ele cria uma ligação direta entre o anunciante e o usuário.
É importante ressaltar que além do anúncio Click-to-Call o AdWords por exemplo permite anúncios de imagens. Apenas uma observação!
Uma pergunta minha para quem estiver lendo esse texto é: Por que não vejo anuncios Click-to-Call e de Imagem no Brasil como temos nos EUA e Inglaterra?
Bom o fato é que anuncios Click-to-Call para empresas que não tem website na rede é o ideal.
Imagine um restaurante fazendo uma campanha de Link Patrocinado, segmentada somente em sua cidade, oferecendo algo a mais para quem pedir uma tele-entrega através da Internet por meio da Campanha de Link Patrocinado.
A idéia Click-to-Call é ótima né? É.
E já está no mercado faz um ano né? É.
Então vamos educar os pequenos anunciantes a usá-la e explorar esse recurso e outros ao máximo. Acredito que só assim ganhamos a confiança do cliente mostrando um ROI possitivo. Esse é o caminho para que o Brasil alcance países como EUA e Inglaterra nos números referentes a Publicidade On-line.
Você encontra esse artigo também em:
Outrolado:
http://www.outrolado.com.br/Artigos/os_pequenos_vao_de_clicktocall
Weblivre:
http://www.weblivre.net/artigo/internet-e-marketing/os-pequenos-vao-de-clicktocall/
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
A importância do Search Engine Marketing
Ótimo artigo escrito por Marcelo Santiago.
Recomendo a leitura em: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/08/31/a-importancia-do-search-engine-marketing/
Recomendo a leitura em: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/08/31/a-importancia-do-search-engine-marketing/
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Website: um cartão de visita ou um canal de negócios?
Os livros de Marketing Digital estão fazendo efeito. Segue a matéria escrita por mim:
Não é de hoje que vejo muitos websites apenas como cartão de visitas ou nem isso. Será que vale a pena fazer um projeto de website apenas para colocar o seu endereço e telefone na Internet? Em 1997 sim, mais já se passaram 10 anos e muita coisa aconteceu nesse tempo. Antes os websites eram voltados apenas as informações básicas, não havia preocupação nas questões de estética, usuabilidade, padronozação, espaçamento e etc...
Hoje a "brincadeira" mudou! Um projeto atual de website, tem que atender a necessidade do consumidor, ou seja, de quem acessa. A informação tem que ser clara, e a resposta rápida. A capacidade que a Internet tem de gerar valor para o consumidor nem sempre é bem tão bem vista, azar de quem não ve isso.
Li uma vez, em um artigo do Webinsider(site que sempre acesso) que a Internet deixou de ser uma rede de computadores para virar a uma rede de pessoas. E é verdade, hoje o consumidor ajuda a gerar a informação para enrriquecer o conteúdo de um website. Aliás é isso que estou fazendo agora, criando conteúdo. Criamos conteúdo o tempo todo e nem nos damos conta. Ora bolas, por que se importar? Respondo eu mesmo o meu questionamento: De que adianta um site cheio de informação se ela não é relevante?
Estamos indo para um meio aonde o modelo de negócio esta totalmente na mão do usuário, ele que define qual conteúdo vai postar e qual vai comentar por exemplo.
Então, de uma coisa podemos ter certeza, vai aparecer muito site colaborativo, muitos sites como o Orkut é o que estamos vivendo, a era da colaboração. Então meu amigo, precisamos desenvolver projetos de websites colaborativos que chamem a atenção e seja ÚTIL para o usuário ok?
E para finalizar, vejo muitas Agências de Internet famosas que ainda não notaram isso. Hoje é a chamada web 2.0(colaborativa), amanhã é a web 3.0(semantica) e assim vai, é a evolução natural das coisas e temos que viver cada período de uma vez. A propósito, pare e pense agora? Quanto de conteúdo você gerou e postou na Internet hoje?
Link do artigo: http://www.outrolado.com.br//Artigos/website_um_cartao_de_visita_ou_um_canal_de_negocios_
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